http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/issue/feed Unesc em Revista 2019-11-22T21:44:30+00:00 Daniele Sabrina C. Simões dscsimoes@unesc.br Open Journal Systems <p>A&nbsp;<em>UNESC EM REVISTA</em>, publicação científica, com periodicidade semestral, destina-se à divulgação de artigos científicos originais, revisões de literatura, relatos de casos, tendo como propósito propagar e fomentar ideias por meio da produção técnico-científica, tecnológica e artístico-cultural do UNESC para seus corpos discente, docente, técnico-administrativo e colaboradores externos, bem como para a sociedade em geral.</p> <p>ISSN 2527-0168</p> http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/article/view/56 CONHECIMENTO DE CONSUMIDORES A RESPEITO DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS 2019-11-22T21:44:30+00:00 Auriane Morellato Ferrari aurianeferrari@gmail.com Rebeca Volkers Fonseca rebecavolkers@outlook.com <p>As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) são causadas pelo consumo de alimentos e água contaminada. Contaminações podem ocorrer em qualquer ambiente de manipulação de alimentos, se medidas adequadas não forem adotadas. No entanto, o consumidor pode evitar o consumo de alimentos contaminados se obtiver informações necessárias sobre segurança dos alimentos. Por este motivo, é necessário investigar o conhecimento da população no que tange o desenvolvimento de doenças por alimentos contaminados. O estudo teve como objetivo analisar o conhecimento dos consumidores quanto a doenças transmitidas por alimentos causadas pelo consumo fora do domicílio. Foram entrevistados 100 pessoas de 19 a 60 anos de idade, pelo meio de questionário estruturado. Observou-se que 61,0% dos entrevistados eram do sexo feminino, e 92,0% realizam refeições fora do domicilio. A frequência de refeições fora dos lares de 1 a 2 vezes na semana foi assinalada por 41,0% dos consumidores. Relataram compreender o que são doenças transmitidas por alimentos 81,0% dos participantes. Conclui-se que, apesar do conhecimento dos consumidores, lacunas que colocam risco a segurança dos alimentos ainda existem entre os consumidores. É necessário que os consumidores sejam informados a respeito das contaminações, para a diminuição dos surtos por doenças transmitidas por alimentos.</p> 2019-11-21T22:10:24+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/article/view/96 EFEITOS DO EXTRATO DE LIMÃO NA PROTEÇÃO CONTRA DANOS EM ASFALTO CAUSADOS PELA ALTA TEMPERATURA 2019-11-22T21:44:30+00:00 Geovana Thiara Rodrigues de Lima gethiara@gmail.com Lucas Força Mariani lucasforcam@outlook.com Endrik Nardotto Rios enrios@unesc.br Orlando Chiarelli Neto orlandobqi@yahoo.com.br <p>A irradiação solar agregada a altas temperaturas tem causado danos na estrutura asfáltica e a adição de componentes antioxidantes tende a ser uma estratégia de proteção. O foco aqui foi investigar o efeito protetor do extrato de limão em amostras de asfalto desafiadas a altas temperaturas pela incubação em estufa que manteve o grau de calor em 120°C. As amostras foram divididas em grupos A1 (5% do extrato), A2 (3,33% do extrato), A3 (1,67% do extrato) e A4 (0% controle) onde algumas foram usinadas com extrato de limão Taiti (<em>Citrus latifolia</em>) para investigar a termoproteção. Análises para resistência à compressão axial simples (MPa) foram realizadas e a estatística foi elaborada pelo programa Origin 7,0 sendo significativo a p&lt;0,05. The specimens treated with lemon extract maintained greater preservation regarding the characteristic odor of the lemon. O grupo A3 tratado com 1,67% de extrato apresentou resistência à compressão 24% maior (15,25 Mpa,) que o grupo A4 incubado sem extrato (12,31 Mpa). Os dados indicam que 1,67% de extrato de limão adicionado ao asfalto usinado agrega maior resistência a compressão (MPa) a amostra submetidas a altas temperaturas.</p> 2019-11-21T22:33:26+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/article/view/87 MODELO DINÂMICO X TRADICIONAL DE ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO: ANÁLISE FINANCEIRA DE DUAS EMPRESAS CAPIXABAS DE SETORES DIFERENTES 2019-11-22T21:44:30+00:00 Leonardo Da Silva Rangel leonardorangel.es@gmail.com Fatima Ferreira fferreira@unesc.br Angela Regina Binda da Silva de Jesus angela.binda@hotmail.com A pesquisa teve como objetivo investigar a existência de diferenças significativas entre os resultados de análise Dinâmica e Tradicional de Capital de Giro de duas Empresas Capixabas de setores diferentes no período de 2008-2017. A amostra da pesquisa é composta pelas empresas: Fibria Celulose S.A e Vale S.A. Foi comprovado através da análise dinâmica de Michel Fleuriet que as empresas com situação financeira péssima possuíam maior parte de seu endividamento no curto prazo, prejudicando sua liquidez. Logo as empresas com situação financeira Insatisfatória apresentaram grande liquidez, concentrando maior parte de seu endividamento no longo prazo, utilizando apenas uma parcela de seus empréstimos no curto prazo. Logo as empresas com situação financeira Sólida, utilizam-se de fontes de longo prazo para financiar seu capital de giro, apresentando uma liquidez elevada. Também foi possível verificar através do modelo dinâmico de análise, que a empresa Vale S.A. apresentou situação financeira Sólida em todos os períodos, e pela análise tradicional apresentou uma política adequada de capital de giro. Documenta-se também que a empresa Fibria Celulose S.A. no ano de 2017 apresentou situação financeira excelente e um ciclo de conversão de caixa de zero dias, convergindo novamente os resultados dos modelos, mostrando que tanto pelo modelo de análise tradicional de capital de giro quanto o modelo dinâmico indicaram uma gestão eficaz de capital de giro no período, concluindo assim que existe uma relação significativa entre os resultados do Modelo Dinâmico e o Modelo Tradicional de Análise de Capital de Giro. 2019-11-21T22:29:13+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/article/view/144 ATUAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA DO MUNICÍPIO DE COLATINA/ES FRENTE AO SURTO DE FEBRE AMARELA NO ANO DE 2017 2019-11-22T21:44:30+00:00 José Ernesto Malta Mantovani josemaltam@hotmail.com Fernanda Cristina de Abreu Quintela Castro nandaquin@hotmail.com Kelly Cristina Mota Braga Chiepe kellychiepe@gmail.com <p>No período de julho de 2017 até junho de 2018, foram notificados 6.589 casos suspeitos de febre amarela silvestre no Brasil, desses, 1.266 casos foram confirmados, 1.232 encontrava-se em investigação, 4.091 foram descartados, havendo 415 óbitos. Frente à situação descrita, considerando ainda o surto e avanços de casos pelo Estado do Espírito Santo, uma pesquisa de iniciação científica foi realizada com intuito de verificar e analisar a atuação da Atenção Primária em Saúde do município de Colatina/ES, frente ao surto de Febre Amarela no ano de 2017. Esta pesquisa possui caráter exploratório e descritivo, de natureza qualitativa, cuja investigação foi fundamentada no discurso dos participantes envolvidos no estudo. A coleta de dados deu-se por meio de entrevistas com roteiro semiestruturado, aplicada aos gestores das equipes de Estratégia de Saúde da Família das unidades que estão incluídas no cenário de atuação dos acadêmicos de Medicina do UNESC. O termo de consentimento foi assinado por todos os participantes após autorização prévia da Secretaria de Saúde e parecer de aprovação pelo Comitê de Ética (n° 2.395.675). Ao final da pesquisa, verificou-se que os participantes possuíam conhecimento sobre a febre amarela e seu esquema de vacinação, atuando no combate e controle da doença por meio de estratégias de imunização e promoção da saúde. Cabe ressaltar que muitos participantes não reconhecem as reuniões e as atividades de discussão em equipe como capacitação ou treinamento. Contudo, esses momentos foram de grande valia para a prática da educação permanente em saúde, pois geraram qualificação e estabelecimento de estratégias para o enfrentamento da febre amarela no município de Colatina/ES.</p> 2019-11-22T17:50:18+00:00 ##submission.copyrightStatement##