RESISTÊNCIA À TOXINA BOTULÍNICA TIPO A: COMPARAÇÃO ENTRE TRÊS MARCAS NA ESTÉTICA

Autores

  • Laiza Lavine Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)
  • Zélia Teles Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)
  • Regina Bitencourt Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)
  • Mariana Magalhães Marchesi Ribeiro Celestino Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)

DOI:

https://doi.org/10.54578/unesc.v10i1.584

Resumo

O uso da toxina botulínica tipo A é uma prática consolidada na medicina estética, porém as diferenças entre formulações comerciais, especialmente quanto às proteínas complexantes, levantam questões sobre imunogenicidade e resistência clínica. Este artigo compara a resistência à toxina botulínica tipo A entre as marcas Botox®, Dysport® e Xeomin®, analisando as características das formulações, perfis de imunogenicidade e estratégias de manejo. Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa realizada nas bases de dados PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus, Web of Science e Lilacs, abrangendo ensaios clínicos e coortes publicados a partir de 2000. Os resultados apontam que as proteínas complexantes, embora aumentem a estabilidade, podem elevar o potencial imunogênico, destacando-se as formulações purificadas, como a IncobotulinumtoxinA, pelo menor conteúdo proteico. Infere-se, portanto, que a resistência clínica é multifatorial e que as diferenças de formulação impactam a imunogenicidade, evidenciando a necessidade de individualização terapêutica e conhecimento sobre alternância de marcas para maximizar eficácia e segurança.

 

Biografia do Autor

Laiza Lavine, Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)

Graduada em Biomedicina pela Faculdade PIO XII (2026), com habilitação em Biomedicina Estética e Análises Clínicas, e graduanda em Letras (Português e Inglês) pela Universidade de Marília (Unimar)

Zélia Teles, Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)

Graduada em Biomedicina pela Faculdade PIO XII (2026), com habilitações em Biomedicina Estética e Análises Clínicas, e possui curso profissionalizante de Dermaticista Funcional pela Interage Escola Técnica e Profissionalizante (2016)

Regina Bitencourt, Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)

Graduada em Biomedicina pela Faculdade PIO XII (2026), com habilitações em Biomedicina Estética e Análises Clínicas, e Técnica em Estética pelo SENAC (2022)

Mariana Magalhães Marchesi Ribeiro Celestino, Faculdade de Ciências Biomédicas do Espírito Santo (Faculdade PIO XII)

Doutoranda e Mestra em Biotecnologia Vegetal (UVV/UENF), com pesquisa focada em bioprodutos cosméticos e farmacêuticos. Especialista em Estética Avançada, Especialista em Análises clínicas, Especialista em Docência no Ensino superior, Graduada em Biomedicina.

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Publicado

2026-08-06

Como Citar

de Andrade, L. L., Teles da Silva Bello, Z. D., Filipe Bitencourt, R., & Magalhães Marchesi Ribeiro Celestino, M. (2026). RESISTÊNCIA À TOXINA BOTULÍNICA TIPO A: COMPARAÇÃO ENTRE TRÊS MARCAS NA ESTÉTICA. UNESC Em Revista, 10(1), 84–96. https://doi.org/10.54578/unesc.v10i1.584

Edição

Seção

Artigos