RESISTÊNCIA À TOXINA BOTULÍNICA TIPO A: COMPARAÇÃO ENTRE TRÊS MARCAS NA ESTÉTICA
DOI:
https://doi.org/10.54578/unesc.v10i1.584Resumo
O uso da toxina botulínica tipo A é uma prática consolidada na medicina estética, porém as diferenças entre formulações comerciais, especialmente quanto às proteínas complexantes, levantam questões sobre imunogenicidade e resistência clínica. Este artigo compara a resistência à toxina botulínica tipo A entre as marcas Botox®, Dysport® e Xeomin®, analisando as características das formulações, perfis de imunogenicidade e estratégias de manejo. Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa realizada nas bases de dados PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus, Web of Science e Lilacs, abrangendo ensaios clínicos e coortes publicados a partir de 2000. Os resultados apontam que as proteínas complexantes, embora aumentem a estabilidade, podem elevar o potencial imunogênico, destacando-se as formulações purificadas, como a IncobotulinumtoxinA, pelo menor conteúdo proteico. Infere-se, portanto, que a resistência clínica é multifatorial e que as diferenças de formulação impactam a imunogenicidade, evidenciando a necessidade de individualização terapêutica e conhecimento sobre alternância de marcas para maximizar eficácia e segurança.
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