O DESCARTE DOMICILIAR DE MEDICAMENTOS PELA POPULAÇÃO DE COLATINA/ES
DOI:
https://doi.org/10.54578/unesc.v2i2.67Palavras-chave:
fármacos, poluição ambiental, saúde públicaResumo
Com o fácil acesso às medicações e o crescimento de seu consumo de forma deliberada, o armazenamento de grandes quantidades de medicamentos em domicilio tende a ser grande contribuindo para o vencimento por desuso de muitas medicações adquiridas em virtude de alguma afecção aguda, trazendo a necessidade de descarte dos medicamentos vencidos ou não mais necessários. Entretanto, quando realizado no lixo comum ou no esgoto contaminam água e solo sendo praticamente impossível de ser eliminados em processos de filtração e tratamento comum. Foram aplicados questionários, de forma aleatória, na cidade de Colatina/ES e os dados foram analisados de forma a verificar os erros mais comuns em relação ao descarte dos medicamentos e a quais características da população estes se associavam. Constatou-se que 100% dos entrevistados possuíam medicações em domicílio. Observou-se também a falta de conhecimento a respeito da Política de Nacional de Resíduos Sólidos ou de qualquer informação acerca das formas adequadas de descarte de medicamentos. 83% dos participantes utilizam o descarte no lixo comum e, ainda, mais da metade nunca pensaram nos maleficios causados por essa forma de descarte. A respeito da responsabilidade ambiental, 25% dos entrevistados alegaram nunca ter pensado a respeito dos problemas ambientais que essa prática pode gerar. Tendo em vista os resultados apresentados é possível extrair duas informações principais: a falta de conhecimento da população acerca dos malefícios causados pelo descarte indevido de medicamentos e sua alta taxa de descarte de forma inadequada faz-se, portanto, necessárias medidas de intervenção para inversão da situação.
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