AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO DOCE PARA FINS DE ABASTECIMENTO HUMANO POR MEIO DO IQA NA CIDADE DE COLATINA – ES

  • Enza Dondoni
  • Gemael Barbosa Lima Centro Universitário do Espírito Santo

Resumo

O presente artigo tem por objetivo avaliar a qualidade da água do Rio Doce, no ponto RDC1D020, que se localiza na segunda ponte da cidade de Colatina – ES. O estudo foi feito através do método do IQA, uma avaliação que busca trazer resultados que toda a população possa entender, por meio de classificações que variam de ótima a péssima, sendo que cada classificação também possui cor específica. O cálculo conta com nove parâmetros: coliformes termotolerantes, pH, oxigênio dissolvido (OD), demanda bioquímica de oxigênio (DBO), nitrogênio total, fósforo total, sólidos totais, diferença de temperatura e turbidez. Estes indicam várias características da água, importantes para sua qualificação e classificação quanto ao consumo humano. O estudo analisou a qualidade da água durante um período de sete anos, do ano de 2009 até 2015. Ao final dos cálculos, constatou-se através dos resultados que durante todo o período, a água foi classificada como boa, onde o IQA variou de 65 a 68. Com isso, conclui-se que a qualidade da água pode melhorar, para conseguir ser classificada como ótima, porém está adequada para o consumo humano.

Biografia do Autor

Gemael Barbosa Lima, Centro Universitário do Espírito Santo
Engenheiro Ambiental, mestre em engenharia ambiental pela Universidade Federal do Espírito Santo (2013), atualmente é docente dos cursos de engenharia civil e mecânica do UNESC e professor do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da FARESE. Atua nas linhas de pesquisa: séries temporais, hidrologia, qualidade da água do rio Santa Maria da Vitória, e Modelagem da qualidade da água do Rio Santa Maria da Vitória
Publicado
2020-06-16
Como Citar
Dondoni, E., & Lima, G. (2020). AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO DOCE PARA FINS DE ABASTECIMENTO HUMANO POR MEIO DO IQA NA CIDADE DE COLATINA – ES. Unesc Em Revista, 3(2), 1-17. Recuperado de http://revista.unesc.br/ojs/index.php/revistaunesc/article/view/100
Seção
Artigos